Brasil teve Pirâmide Bitcoin de R$ 1 bilhão

Pirâmide Bitcoin no Brasil movimenta R$ 1 bilhão


Uma das maiores pirâmides envolvendo o Bitcoin (BTC) no mundo pode ter acontecido no Brasil. Durante cerca de dois anos foram movimentados mais de R$ 1 bilhão em Bitcoin (BTC) através deste negócio fraudulento descoberto pela justiça brasileira. Sendo assim, a Híbridos está envolvendo em um negócio bilionário que poderá ter lesado vários investidores.

O Bitcoin (BTC) não pode ser considerado uma pirâmide, pois é uma criptomoeda, com capitalização e transparência em relação as suas transações. Porém, algumas empresas e pessoas maliciosas utilizam o token como promessa de ganhos inexistentes e criam negócios fraudulentos utilizando o Bitcoin (BTC). Contudo, investir diretamente na criptomoeda possui os seus riscos e a promessa de ganhos exorbitantes pode nunca acontecer. Isso porque os investidores devem levar em conta a volatilidade do mercado de criptomoedas, completamente imprevisível.

Empresa prometia ganhos de cerca de 30% que nunca aconteceram

A Híbridos funcionou como uma empresa fraudulenta que prometia ganhos exorbitantes para seus investidores. Mas esse lucro nunca aconteceu e vários brasileiros foram lesados com o negócios de Hélio Caxias Ribeiro Filho. Durante dois anos o empresário conseguiu arrecadar US$ 320 milhões em Bitcoins (BTC).

A empresa prometia ganhos de cerca de 30% para seus usuários. Sendo assim, os investimentos deveriam ser, de no mínimo, R$ 10 mil. Com esse aporte mínimo elevado, a Híbridos conseguiu angariar mais de R$ 1 bilhão em investimentos. E os lucros esperados pelos investidores nunca aconteceram. O que fez a empresa ser investigada pela justiça no Brasil.

Ação contra a Híbridos vive impasse na justiça brasileira

Existe um grande impasse em relação a investigação sobre o caso da Híbridos. Como criptomoedas não possuem regulação no país, o caso não pode ser julgado pela justiça federal. Isso faz com que a justiça estadual seja responsável pelo caso. A empresa e o empresário Hélio são acusados de lavagem de dinheiro e a investigação contou até com a ajuda da Interpol.

Segundo a investigação, Hélio movimentou os milhares de Bitcoins (BTC) entre 14 de setembro de 2015 a 18 de setembro de 2017. Porém, o investigado alegava através da Receita Federal ter uma renda ínfima passível de isenção de imposto de renda. E isso é completamente incompatível para um empresário na frente de uma organização que cooptou mais de R$ 1 bilhão de reais em criptomoedas.